Durante a guerra, o povo precisa sentir que está unido
A frase acima foi dita por Winston Churchil, primeiro ministro britânico que comandou o país durante a segunda guerra mundial.
Winston Churchill foi um grande orador. Proferiu discursos históricos e motivacionais. Curiosamente, teve dificuldades na fala quando criança. Dificuldades deixadas para trás quando o povo precisou de um líder. Churchill, um conservador, foi um dos políticos mais importantes para a vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.
Em 2020, o Planeta foi sacudido pela pandemia de sarscov2, a covid19. A OMS logo conclamou as nações à guerra contra o vírus que rapidamente se alastrou. Imediatamente, as nações fecharam suas fronteiras e convocaram exércitos de profissionais de saúde para o cuidado dos infectados. Cientistas de forma inédita se debruçaram sobre o vírus em busca de conhecê-lo e encontrar tratamentos e uma vacina. Milhares de pessoas perderam a vida enquanto outras ficaram sequeladas.
Enquanto isto, no Brasil, o presidente amenizou o problema. Chamou até de gripezinha. Perseguiu profissionais de saúde e demitiu o médico que estava à frente do ministério da saúde. Rapidamente o país atingiu 100 mil mortos.
Bolsonaro assumiu o controle da direção como se o Brasil fosse um carro funerário, e conduziu seu povo à própria sepultura. Endurecido pela ignorância, fez o que pode para fazer da morte seu mantra. O Brasil merecia uma outra história.
A pandemia continua.
Professor Alexandre Machado Rosa
O despreparo intelectual das elites brasileiras O atual governo federal evidencia algo que era uma preocupação das elites econômicas brasileiras na virada do século XIX para o XX: o despreparo de suas frações de classe para fazer a gestão dos negócios públicos e do Estado. Preocupados na virada do século, fazendeiros enviaram seus filhos para a Inglaterra e França para que eles aprendessem as letras e as ciências na esperança de produzirem quadros capazes de compreender e administrar a "Coisa Pública", a República. Figuras como Rui Barbosa, José Bonifácio, Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Barão do Rio Branco não nascem pelo simples desejo de ser, precisam ser preparados para tal. Ouvir Paulo Guedes falar é tão doloroso que desperta um misto de vergonha e raiva. Despreparado e arrogante, mostra o analfabetismo cego alguém que conduz o Brasil para um buraco ainda maior que o atual. A verdade é que o ódio deles pela esquerda É, na verdade, inveja de saber que os melhore...
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