No esporte, as lendas surgem discretamente
O que Cassius Clay, depois, Muhammad Ali, James Cleveland "Jesse" Owens, Mark Andrew Spitz, Lance Armstrong, Pelé, Ayrton Senna e Michael Shumacher tem em comum?
Ambos tornaram-se lendas do esporte. Simples!
Não, não é tão simples assim. Fenômenos de superação de marcas e realizadores de missões, até seus aparecimentos, impossíveis, eles entraram para a galeria mitológica que o esporte acaba construindo sem planejamento.
Agora, Usain Bolt escreve seu nome de maneira semelhante aos personagens quase mitológicos que figuram no Olimpo dos tempos modernos.
Jesse Owens foi o primeiro atleta da Era Moderna a impor feitos épicos em tempos de eugenia e nazismo. Em 1936, desafiou Galton e Hitler e suas teorias racistas durante os Jogos de Berlin.
Cassius Clay, ou Muhammad Ali, desafiou o racismo e a arrogância da crônica esportiva norte-americana quando venceu depois de impor uma surra ao campeão mundial da época (1964) Sonny Liston. Após o baile no ringue, não titubeou em subir nas cordas e proclamar que era o rei do mundo.
O nadador Spitz fez durante a Olimpíada de Munique, em 1972, o mundo ficar impressionado com sua perfomance. Ganhou sete medalhas. Só em 2008, o outro norte-americano, Michael Phelps, superou essa marca ganhando oito medalhas e inscrevendo seu nome na galeria dos mitos.
Pelé, Ayrton Senna, Schumacher não precisam de descrição dos seus feitos. São fruto da era televisiva e todos puderam testemunhar seus feitos.
Outro que merece um lugar entre os deuses e mitos, é Lance Armstrong. Dois cânceres e sete vezes vencedor do Tour de France, a prova mais antiga e mais cobiçada do mundo. Um atleta capaz de superar as montanhas do Pireneus como se estivesse pedalando em um parque em um final de semana qualquer.
Agora, os deuses nos brindam com a aparição de Usain Bolt. Uma outra figura que se impõe a despeito dos prognósticos da biomecânica, que acha improvável que um atleta de 1m95 possa despontar como um sprinter. Contrariando os especialistas de plantão, ele não só tornou-se um velocista como vem arrebatando recordes que ele próprio havia superado. Mais uma vez, o mundo se extasia com uma figura que além de deixar para trás os especialistas, é capaz de encantar a todos com o seu carisma.
Diferentemente da arrogância característica dos norte-americanos que dominaram as provas de velocidade do atletismo mundial desde que as Olimpíadas modernas são realizadas, Bolt traz consigo a alegria e o carisma de Muhammad Ali, com a diferença de ter nascido na Jamaica, terra de Bob Marley.
Os deuses do Olimpo não dizem quando nem onde irão apresentar seus discípulos para o espanto dos mortais.
Ambos tornaram-se lendas do esporte. Simples!
Não, não é tão simples assim. Fenômenos de superação de marcas e realizadores de missões, até seus aparecimentos, impossíveis, eles entraram para a galeria mitológica que o esporte acaba construindo sem planejamento.
Agora, Usain Bolt escreve seu nome de maneira semelhante aos personagens quase mitológicos que figuram no Olimpo dos tempos modernos.
Jesse Owens foi o primeiro atleta da Era Moderna a impor feitos épicos em tempos de eugenia e nazismo. Em 1936, desafiou Galton e Hitler e suas teorias racistas durante os Jogos de Berlin.
Cassius Clay, ou Muhammad Ali, desafiou o racismo e a arrogância da crônica esportiva norte-americana quando venceu depois de impor uma surra ao campeão mundial da época (1964) Sonny Liston. Após o baile no ringue, não titubeou em subir nas cordas e proclamar que era o rei do mundo.
O nadador Spitz fez durante a Olimpíada de Munique, em 1972, o mundo ficar impressionado com sua perfomance. Ganhou sete medalhas. Só em 2008, o outro norte-americano, Michael Phelps, superou essa marca ganhando oito medalhas e inscrevendo seu nome na galeria dos mitos.
Pelé, Ayrton Senna, Schumacher não precisam de descrição dos seus feitos. São fruto da era televisiva e todos puderam testemunhar seus feitos.
Outro que merece um lugar entre os deuses e mitos, é Lance Armstrong. Dois cânceres e sete vezes vencedor do Tour de France, a prova mais antiga e mais cobiçada do mundo. Um atleta capaz de superar as montanhas do Pireneus como se estivesse pedalando em um parque em um final de semana qualquer.
Agora, os deuses nos brindam com a aparição de Usain Bolt. Uma outra figura que se impõe a despeito dos prognósticos da biomecânica, que acha improvável que um atleta de 1m95 possa despontar como um sprinter. Contrariando os especialistas de plantão, ele não só tornou-se um velocista como vem arrebatando recordes que ele próprio havia superado. Mais uma vez, o mundo se extasia com uma figura que além de deixar para trás os especialistas, é capaz de encantar a todos com o seu carisma.
Diferentemente da arrogância característica dos norte-americanos que dominaram as provas de velocidade do atletismo mundial desde que as Olimpíadas modernas são realizadas, Bolt traz consigo a alegria e o carisma de Muhammad Ali, com a diferença de ter nascido na Jamaica, terra de Bob Marley.
Os deuses do Olimpo não dizem quando nem onde irão apresentar seus discípulos para o espanto dos mortais.
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